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Menopausa e Obesidade: O Que a Nutrologia Tem a Dizer Sobre as Canetas Emagrecedoras nessa Fase da Vida

Introdução: Dr. Guilherme Giorelli Leva a Nutrologia à Mídia Nacional

Em maio de 2026, o Dr. Guilherme Giorelli, médico nutrólogo, produziu conteúdo de referência sobre menopausa e obesidade para dois veículos de saúde do país: o SBT News e o Brazil Health. Sob o título “Menopausa engorda mesmo? Veja se as canetas podem ajudar a virar o jogo”, o artigo foi publicado simultaneamente nas duas plataformas, alcançando ampla repercussão entre profissionais de saúde e o público geral. Além disso, comentou sobre o tema no texto publicado pela revista Marie Claire (Globo.com) na matéria “Canetas emagrecedoras e menopausa: o que a ciência já sabe e quais as lacunas”.

No texto, o Dr. Giorelli explica com rigor científico e linguagem acessível por que o ganho de peso na menopausa é um fenômeno metabólico real, não uma falha de força de vontade, e aborda o papel dos análogos de GLP-1 nessa fase e orienta sobre como estruturar o tratamento de forma individualizada e baseada em evidências. A publicação reafirma o papel da nutrologia como especialidade de referência no debate sobre metabolismo feminino e qualidade de vida.


Por Que a Menopausa Favorece o Ganho de Peso?

A queda do estrogênio na menopausa desacelera o metabolismo, desloca a gordura para a região abdominal e reduz a massa muscular. Com menos músculo, o gasto calórico em repouso cai, mesmo sem mudança na rotina. Não por acaso, dados da Pesquisa Nacional de Saúde (IBGE, 2019) mostram que mulheres entre 40 e 50 anos têm a maior prevalência de obesidade entre todos os grupos femininos no Brasil: 34,4%.

A esse cenário hormonal soma-se uma carga emocional frequentemente elevada nessa fase da vida: filhos saindo de casa, mudanças de carreira, cuidado com pais idosos, que eleva o cortisol, prejudica o sono e desregula os hormônios da fome e saciedade. O resultado é uma teia multifatorial que exige abordagem integrada, não respostas simplistas.


Só Dieta e Exercício Resolvem?

Para parte das mulheres, sim. Para outras, não — e o Dr. Giorelli é enfático ao afirmar que essa distinção precisa ser comunicada com clareza no consultório. As alterações metabólicas da menopausa podem dificultar a perda de peso mesmo com adesão rigorosa às orientações. Isso não dispensa alimentação adequada e atividade física, pelo contrário, são a base insubstituível de qualquer intervenção. O treinamento de força, em especial, é fundamental para preservar a massa muscular e sustentar o metabolismo basal nessa fase.


Canetas Emagrecedoras na Menopausa: Evidência e Indicação

Os análogos de GLP-1, como a semaglutida, e os agonistas duplos GLP-1/GIP, como a tirzepatida, têm evidência robusta no tratamento da obesidade. Na menopausa, onde ambiente metabólico é desfavorável, esses medicamentos podem ser aliados importantes, atuando na redução do apetite, na melhora da sensibilidade à insulina e na perda de peso sustentada. A indicação, porém, deve sempre ser individualizada, guiada por critérios clínicos e objetivos terapêuticos claros.

Vale destacar que canetas emagrecedoras e terapia de reposição hormonal (TRH) não competem entre si: a TRH atua na causa (deficiência estrogênica), enquanto os GLP-1 atuam na consequência (obesidade e resistência insulínica). As abordagens são complementares e tendem a se potencializar quando bem indicadas.


Médico nutrólogo Guilherme Giorelli discute menopausa e obesidade com foco em gordura visceral e uso de análogos de GLP-1 no tratamento clínico
Médico nutrólogo Guilherme Giorelli discute menopausa e obesidade com foco em gordura visceral e uso de análogos de GLP-1 no tratamento clínico

Cuidados Essenciais no Tratamento: nutrologia na menopausa

O monitoramento durante o uso de análogos de GLP-1 na menopausa precisa ir além do peso na balança. Esses medicamentos podem levar à perda de massa muscular, risco especialmente relevante nessa fase, em que a sarcopenia já é uma preocupação clínica. Por isso, treinamento de força, ingestão proteica adequada e acompanhamento de composição corporal, densidade óssea e marcadores metabólicos são componentes obrigatórios do protocolo, não opcionais.


Nutrologia na Mídia: Ciência que Chega ao Paciente

A presença do Dr. Guilherme Giorelli no SBT News e no Brazil Health ilustra uma competência cada vez mais valorizada na medicina contemporânea: traduzir conhecimento científico complexo em linguagem acessível, sem abrir mão do rigor clínico. Essa capacidade de comunicação baseada em evidências é, em si, parte da formação que a Nutrology Academy busca desenvolver em seus alunos.

Para médicos que desejam atuar com excelência no manejo da obesidade, do climatério e de outros cenários metabólicos de alta complexidade, a especialização em nutrologia representa um diferencial clínico e profissional concreto.


Referências: Nutrologia na Menopausa


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